Com um sorriso de alegria tu me abrigavas
por razões que entender eu não consigo
com o mar manso noutro tempo eu desfilava
A VIDA É UM ENSAIO "bussulo dolivro"
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Aqui, Sentam Os Perdidos, E Os Vencidos
Aqui, Sentam Os Perdidos, E Os Vencidos
(Dezembro 22horas)
Foram passos ultrapassados e negados,
Mas, a indiferença e o preconceito continuou,
A descrever crânios dos olhares na multidão
Dos contos, e nos ritos letárgicas!
Humilharam-se os irmãos formigas nas bancadas
Lançando as cartas… onde os Magos e os AS não são
Prioritários… na biografia das mãos lavadas (…)
Onde o inferno é o xadrez
A felicidade é para as capicuas; que batem palmas de
Pino ganancioso, que pensam morrer longe do contexto
Não soletro, senhor Doutor não te peço!
Tudo porque sou o auge nas campanhas e o resto
Em taças esbranquiçadas,
Na curva do dia, começará a jornada e
Não sabes quem irá ao céu e multiplicado!
Os seguidores serão chamados de velhos amigos,
E os amigos de inimigos… o domingo o sábado
Poupem as barbas para salivar a derrota
Comecem a escrever a verdadeira memória
Chamem os rivais… esquecem a competição
Unem a selva e nos tornem lendários
Chamem os perdidos… e digam que foi um jogo
Unem a memória e falem de nós!
(…)
Aqui sentam os perdidos e os vencidos
(Dezembro 22horas)
Foram passos ultrapassados e negados,
Mas, a indiferença e o preconceito continuou,
A descrever crânios dos olhares na multidão
Dos contos, e nos ritos letárgicas!
Humilharam-se os irmãos formigas nas bancadas
Lançando as cartas… onde os Magos e os AS não são
Prioritários… na biografia das mãos lavadas (…)
Onde o inferno é o xadrez
A felicidade é para as capicuas; que batem palmas de
Pino ganancioso, que pensam morrer longe do contexto
Não soletro, senhor Doutor não te peço!
Tudo porque sou o auge nas campanhas e o resto
Em taças esbranquiçadas,
Na curva do dia, começará a jornada e
Não sabes quem irá ao céu e multiplicado!
Os seguidores serão chamados de velhos amigos,
E os amigos de inimigos… o domingo o sábado
Poupem as barbas para salivar a derrota
Comecem a escrever a verdadeira memória
Chamem os rivais… esquecem a competição
Unem a selva e nos tornem lendários
Chamem os perdidos… e digam que foi um jogo
Unem a memória e falem de nós!
(…)
Aqui sentam os perdidos e os vencidos
Não Quero Iludir Ninguém…
Não Quero Iludir Ninguém…
(C.D 1519)
Não quero iludir ninguém
Simplesmente dizer o que vi e ouvi,
Não quero ser testemunha em chafurdas dos
Denegridos nem tão-pouco dos desaparecidos
Quero continuar no rodapé desta lenda
Na sineta indolente do suor, e no meio desta corda
Muitos buscam os ícones da rebeldia
Eu me envergonho com os mesmos dizeres que atraem
Cabeludos a peregrinarem nestas ruas…
Para mim ainda que me queixe de fome,
Não tenho razões para mastigar a borracha colorida
De um P, perdi os órgãos sensoriais e o sentido H,
Ainda que me queixe de escola… não vejo o quadro
Nem conheço a textura facial da minha última filha!
E não sei se é minha ou é sua!
Nesta sala falam para mi ou comigo?
Cortam-me os braços… já não quero pintar!
Deixem-me em paz… esqueçam-me por que sei que
Vós se envergonhais de mim!
A terra é vossa, ó deuses do meu aqui!
Seres de corações acrobáticos/vendedores de noites,
Estou desarticulado… até já ando lado a lado,
Não quero iludir ninguém… quero ressuscitar
Não quero iludir ninguém… enterrem o regime
Do meu código angustiado
(C.D 1519)
Não quero iludir ninguém
Simplesmente dizer o que vi e ouvi,
Não quero ser testemunha em chafurdas dos
Denegridos nem tão-pouco dos desaparecidos
Quero continuar no rodapé desta lenda
Na sineta indolente do suor, e no meio desta corda
Muitos buscam os ícones da rebeldia
Eu me envergonho com os mesmos dizeres que atraem
Cabeludos a peregrinarem nestas ruas…
Para mim ainda que me queixe de fome,
Não tenho razões para mastigar a borracha colorida
De um P, perdi os órgãos sensoriais e o sentido H,
Ainda que me queixe de escola… não vejo o quadro
Nem conheço a textura facial da minha última filha!
E não sei se é minha ou é sua!
Nesta sala falam para mi ou comigo?
Cortam-me os braços… já não quero pintar!
Deixem-me em paz… esqueçam-me por que sei que
Vós se envergonhais de mim!
A terra é vossa, ó deuses do meu aqui!
Seres de corações acrobáticos/vendedores de noites,
Estou desarticulado… até já ando lado a lado,
Não quero iludir ninguém… quero ressuscitar
Não quero iludir ninguém… enterrem o regime
Do meu código angustiado
Não Quero Iludir Ninguém…
Não Quero Iludir Ninguém…
(C.D 1519)
Não quero iludir ninguém
Simplesmente dizer o que vi e ouvi,
Não quero ser testemunha em chafurdas dos
Denegridos nem tão-pouco dos desaparecidos
Quero continuar no rodapé desta lenda
Na sineta indolente do suor, e no meio desta corda
Muitos buscam os ícones da rebeldia
Eu me envergonho com os mesmos dizeres que atraem
Cabeludos a peregrinarem nestas ruas…
Para mim ainda que me queixe de fome,
Não tenho razões para mastigar a borracha colorida
De um P, perdi os órgãos sensoriais e o sentido H,
Ainda que me queixe de escola… não vejo o quadro
Nem conheço a textura facial da minha última filha!
E não sei se é minha ou é sua!
Nesta sala falam para mi ou comigo?
Cortam-me os braços… já não quero pintar!
Deixem-me em paz… esqueçam-me por que sei que
Vós se envergonhais de mim!
A terra é vossa, ó deuses do meu aqui!
Seres de corações acrobáticos/vendedores de noites,
Estou desarticulado… até já ando lado a lado,
Não quero iludir ninguém… quero ressuscitar
Não quero iludir ninguém… enterrem o regime
Do meu código angustiado
(C.D 1519)
Não quero iludir ninguém
Simplesmente dizer o que vi e ouvi,
Não quero ser testemunha em chafurdas dos
Denegridos nem tão-pouco dos desaparecidos
Quero continuar no rodapé desta lenda
Na sineta indolente do suor, e no meio desta corda
Muitos buscam os ícones da rebeldia
Eu me envergonho com os mesmos dizeres que atraem
Cabeludos a peregrinarem nestas ruas…
Para mim ainda que me queixe de fome,
Não tenho razões para mastigar a borracha colorida
De um P, perdi os órgãos sensoriais e o sentido H,
Ainda que me queixe de escola… não vejo o quadro
Nem conheço a textura facial da minha última filha!
E não sei se é minha ou é sua!
Nesta sala falam para mi ou comigo?
Cortam-me os braços… já não quero pintar!
Deixem-me em paz… esqueçam-me por que sei que
Vós se envergonhais de mim!
A terra é vossa, ó deuses do meu aqui!
Seres de corações acrobáticos/vendedores de noites,
Estou desarticulado… até já ando lado a lado,
Não quero iludir ninguém… quero ressuscitar
Não quero iludir ninguém… enterrem o regime
Do meu código angustiado
Milagres Que Atormentam a Esperança (Fevereiro 2009)
Milagres Que Atormentam a Esperança (Fevereiro 2009)
Se foi a esperança do vinho tão esperado!
Calou-se a voz inquieta da lucidez e,
Esvaziou-se o retrato de uma novela;
A amizade que arrancou milagres e que alargou os
Passos da vingança!
Assim como era no princípio a luta
Entre o diabo e os anjos anunciam a dor!!!
Os ombros firmados sem escopo;
Escolhem caçadores para o mar e pescadores para
As escolas… todos envenenados pelo azar das nações,
Murcham na heurística cuspindo artigos venenosos
Para os vulneráveis
Assim como era no passado a paz
Entre Cegos e mudos continua!!!
Olharam-na com a barriga… comprou-se a míseros
Voador de Gomorra… letárgicos da nova era
Miram às estrelas… zumbem as noites
Tolerantes emocionais… que morrem nos contos do
Ocidente (...)
Se foi a esperança do vinho tão esperado!
Calou-se a voz inquieta da lucidez,
Os momentos desconhecidos e tão desconfiados
Que abraçaram a cegueira do teu futuro defunto
Foi-se a acrópole (…)
Se foi a esperança do vinho tão esperado!
Calou-se a voz inquieta da lucidez e,
Esvaziou-se o retrato de uma novela;
A amizade que arrancou milagres e que alargou os
Passos da vingança!
Assim como era no princípio a luta
Entre o diabo e os anjos anunciam a dor!!!
Os ombros firmados sem escopo;
Escolhem caçadores para o mar e pescadores para
As escolas… todos envenenados pelo azar das nações,
Murcham na heurística cuspindo artigos venenosos
Para os vulneráveis
Assim como era no passado a paz
Entre Cegos e mudos continua!!!
Olharam-na com a barriga… comprou-se a míseros
Voador de Gomorra… letárgicos da nova era
Miram às estrelas… zumbem as noites
Tolerantes emocionais… que morrem nos contos do
Ocidente (...)
Se foi a esperança do vinho tão esperado!
Calou-se a voz inquieta da lucidez,
Os momentos desconhecidos e tão desconfiados
Que abraçaram a cegueira do teu futuro defunto
Foi-se a acrópole (…)
Drogba sobre o atentado à seleção de Togo: 'Estamos acabados'
O atentado à delegação da seleção de Togo continua assombrando as mentes dos envolvidos na Copa Africana de Nações. O atacante Didier Drogba, de Costa do Marfim, afirmou nesta segunda-feira, antes do jogo contra Burkina Faso, que o episódio o destruiu emocionalmente. Ele teve uma rápida conversa com o amigo Emmanuel Adebayor, uma das vítimas do atentado, que é jogador do Manchester City. Drogba conhece bem o companheiro de Premier League, pois é jogador do Chelsea.
- Os acontecimentos acabaram conosco. Estamos acabados. Conversei com Emmanuel Adebayor e notei como foi difícil a situação para eles. Devemos mostrar nossa solidariedade e apoio a sua decisão de abandonar o torneio. Estamos todos tristes por vê-los sair da competição mais importante para os jogadores africanos, mas a vida é assim - disse Drogba.
O ônibus da delegação togolesa foi atacado sexta-feira por rebeldes das Forças de Libertação do Estado de Cabinda-Posição Militar (Flec-PM) logo depois de entrar no enclave de Cabinda, local escolhido para sediar os jogos do Grupo B. Duas pessoas da delegação morreram no tiroteio e, segundo os togoleses, também o motorista. O governo togolês decidiu retirar a seleção do torneio, e os jogadores já voltaram ao país.
Na voz de um mendigo!
Na voz de um mendigo!
(2600 a.C.)
Não escolho nem escondo as rajadas duma
Alavanca velha que cai nos diafragmas da
Idolatria, e ressoa vozes díspares venerando os mendigos
Esse tagarelar humilde na obliteração das massas,
Preenche o vazio de uma raiva adormecida,
Quando despertam, morrem como escrevem e
Como se não bastasse não fazem como devem!
Ladram as noites e atormentam-nos à volta dos bancos
Eu sou politicamente domesticado,
Tu és economicamente colonizado;
Ele é culturalmente escravizado!
Nós…
Eles são socialmente atrasados!!!
Quem? – As sentinelas da vergonha!
Tenhamos esperanças irmãos em acreditar
Na certeza de que as lendas fazem parte da vida,
Que os právidos, também fazem parte dos diafragmas
Da harmonia (…)
(2600 a.C.)
Não escolho nem escondo as rajadas duma
Alavanca velha que cai nos diafragmas da
Idolatria, e ressoa vozes díspares venerando os mendigos
Esse tagarelar humilde na obliteração das massas,
Preenche o vazio de uma raiva adormecida,
Quando despertam, morrem como escrevem e
Como se não bastasse não fazem como devem!
Ladram as noites e atormentam-nos à volta dos bancos
Eu sou politicamente domesticado,
Tu és economicamente colonizado;
Ele é culturalmente escravizado!
Nós…
Eles são socialmente atrasados!!!
Quem? – As sentinelas da vergonha!
Tenhamos esperanças irmãos em acreditar
Na certeza de que as lendas fazem parte da vida,
Que os právidos, também fazem parte dos diafragmas
Da harmonia (…)
domingo, 10 de janeiro de 2010
Comentários
Comentários
(1929)
Em virtude de querer quebrar a palavra
Perdi a paciência esperneando-me nas lendas
Da velha Europa, para dizer que não nasci em Belém
Não há lupas assim como martelo para julgar
Essa presunção, não há homens nem animais para
Testemunhar essa pregação;
Não há tartarugas nesta máquina, não há
Serpente como na epístola,
Há sim pântanos…e hipócritas ansiosos em tossir e cuspir
Ao mesmo tempo (…) começam onde terminam e não
Dizem nada!!!
Dos pólos aos escribas voadores;
esses não são carnívoros
Onde se encontram mastigam as barbas e salivam o asfalto (…)
Não nasci em Belém
Tão-pouco nesta relatório,
Chamam-me palanca (…)
(1929)
Em virtude de querer quebrar a palavra
Perdi a paciência esperneando-me nas lendas
Da velha Europa, para dizer que não nasci em Belém
Não há lupas assim como martelo para julgar
Essa presunção, não há homens nem animais para
Testemunhar essa pregação;
Não há tartarugas nesta máquina, não há
Serpente como na epístola,
Há sim pântanos…e hipócritas ansiosos em tossir e cuspir
Ao mesmo tempo (…) começam onde terminam e não
Dizem nada!!!
Dos pólos aos escribas voadores;
esses não são carnívoros
Onde se encontram mastigam as barbas e salivam o asfalto (…)
Não nasci em Belém
Tão-pouco nesta relatório,
Chamam-me palanca (…)
O ensaio da minha estupidez!
O ensaio da minha estupidez!
(1931 S. Dalí)
Ainda ocultam o olhar aos pés descalços
Feridos e exausto, que caminham só
Que caminhar na incerteza da conquista e do abandono
Cleópatra deste pantanal, vírus que sacode a memoria de malária (…)
Santidade peta proceridade!
O olhar aparta-me mazelas
Porque reprimem o meu preâmbulo? Senão me conheceis?
Das mulheres jogadas à rua; das crianças lançadas ao alheio,
Chamam-me e me servem os restos do diletantismo,
Me ruam e me envergonham em retratos (…)
Fiquem descansados, já não irei incomodar-vos (…)
Detectam na minha composição sanguínea
Os vestígios de um passado atrasado e mal arquitectado!
Que de dia e noite preencheu a razão do vazio,
Na sonolência de bem tagarelar e encornar as cerimonias!
Desisto ensaiando a minha estupidez para os deuses…
Acho que não tenho razões de ouvir os heróis,
Eu sou o objecto da minha entrega, o ensaio da minha
Estupidez! Sou o fundo deste presente, o letreiro sem ângulo,
Sou a palavra onde não tem livro
O livro onde não tem gente, o deserto de água salgada (…)
(1931 S. Dalí)
Ainda ocultam o olhar aos pés descalços
Feridos e exausto, que caminham só
Que caminhar na incerteza da conquista e do abandono
Cleópatra deste pantanal, vírus que sacode a memoria de malária (…)
Santidade peta proceridade!
O olhar aparta-me mazelas
Porque reprimem o meu preâmbulo? Senão me conheceis?
Das mulheres jogadas à rua; das crianças lançadas ao alheio,
Chamam-me e me servem os restos do diletantismo,
Me ruam e me envergonham em retratos (…)
Fiquem descansados, já não irei incomodar-vos (…)
Detectam na minha composição sanguínea
Os vestígios de um passado atrasado e mal arquitectado!
Que de dia e noite preencheu a razão do vazio,
Na sonolência de bem tagarelar e encornar as cerimonias!
Desisto ensaiando a minha estupidez para os deuses…
Acho que não tenho razões de ouvir os heróis,
Eu sou o objecto da minha entrega, o ensaio da minha
Estupidez! Sou o fundo deste presente, o letreiro sem ângulo,
Sou a palavra onde não tem livro
O livro onde não tem gente, o deserto de água salgada (…)
A Inversão Da Corda
A Inversão Da Corda
( 6 de Agosto)
A pregoada era aquela voz recalcitrante
Na porfia para a diferença, de um lado os ouvintes,
doutro os ditadores de carapuças, Com os iníquos
decretos, fanáticos aduladores sem vergonha
Não tem ciência adormecer nesta corrida,
cómicas e as substancias caras de pobres contista!
Mãe, vamos ao kimbo onde a porfia é o cacimbo
Lá não há impostos! Os canais fazem a enxada
Irrigam o estômago e dão fôlego a esse estado!
A consciência para novas historias!!!
Abandonemos logo esta cumplicidade…
De querer salvar-se em jornais e outros processos,
(…) Abandonem já este paraíso diabólico a
Película cómica do crucifixo…
A nossa razão não é a economia de mercado, é
O lucro da força em amar a terra e, ser reconhecido pela
Natureza a harmonia de uma grande partilha,
De que origens são estas balbúrdias, o desencanto no olhar
De cada geração; que cresceram da procura, e vivem
sem saber o caminho para a procura…
( 6 de Agosto)
A pregoada era aquela voz recalcitrante
Na porfia para a diferença, de um lado os ouvintes,
doutro os ditadores de carapuças, Com os iníquos
decretos, fanáticos aduladores sem vergonha
Não tem ciência adormecer nesta corrida,
cómicas e as substancias caras de pobres contista!
Mãe, vamos ao kimbo onde a porfia é o cacimbo
Lá não há impostos! Os canais fazem a enxada
Irrigam o estômago e dão fôlego a esse estado!
A consciência para novas historias!!!
Abandonemos logo esta cumplicidade…
De querer salvar-se em jornais e outros processos,
(…) Abandonem já este paraíso diabólico a
Película cómica do crucifixo…
A nossa razão não é a economia de mercado, é
O lucro da força em amar a terra e, ser reconhecido pela
Natureza a harmonia de uma grande partilha,
De que origens são estas balbúrdias, o desencanto no olhar
De cada geração; que cresceram da procura, e vivem
sem saber o caminho para a procura…
Ninguém Fecha A Porta
Ninguém Fecha A Porta
(1945 Abril)
Na sombra desta estação
Termina a sessão ambígua ,à voz da multidão
Algemada no ritmo da tragédia!!!
Cai a sentença dos mártires, é lido o paragrafo 75 na fé do
Poder, de uma realidade ingénua,
Logo, abrem-se as chamas!!!
Chegou a palavra na terra…
O mel de muitos scapegosts, o doce espanto entrelaçado
A esta praça de terror, desumana, imediata e vergonhosa;
Neste vaivém onde poucos se procuram na dor destas chamas
Ó sombra incandescente, liberta-me desta pestilência
Liberte os diabos da minha libertinagem, e queima a ilusão
da cadeira,
Dos pensamentos estranhos aos sorrisos de cada protocolo
Também sei que é a ponte do meu vazio
Espero não ser o fim deste drama, quero continuar como
Actor nesta perseguição… onde ninguém está condenado a
Sair
Fechem a porta (…) por favor
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