sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Grande Entrevista`de Milu Claudine


 
“Se fosse a Ministra da comunicação social em Angola contribuiria para a expansão de uma verdadeira informação em Angola, descentralizava o sector informático, que está excessivamente em Luanda, os jornais, as rádios para todas as cidades e uma rede de correspondentes do país para o mundo e na televisão criaria estruturas potentes para gerar imagem de Angola para o mundo, e isto passaria necessariamente por uma administração participativa de todos os fazedores de comunicação”.

 

 

 

 

 

Perfil

-Cozinha: Sei muito bem

O pior em angola: Corrupção

Filme: A pantera Cor de Rosa

Escritor: Uehanga Xito

Cor: vermelha

País de sonho: Itália

Livro: Cinco montes de Paulo coelho

Olhos: Castanhos

Altura: 1.73cm

Trajes para saída: Jeans e Blease

Aventura: Ir ao Huambo de carro

Vernis: Vermelho

Casa: tenho e própria

Carro: tenho

Estado: Solteira

Filhos: farei tarde e terei somente dois.

Músico: Gabriel Chiema

 

 

Finalista de comunicação social, Empresária e Funcionária Pública Milu Claudine é Solteira, natural de Luanda, Milu como é aprazivelmente conhecida apresenta-se como uma mulher forte e de traços convictos para os seus anseios e desejos de uma mulher poderosamente independente.

 

A nossa convidada é filha de mae Zambiana e pai Cokwe ela começou por revelar que as suas influências no mundo do trabalho e da comunicação social surgiram muito cedo, mas foi Joana Tomás, repórter da TV Angola quem mais a influenciou dada a sua forma irreversível de tratar as matérias investigadas minuciosamente.

 

- o que te encanta na comunicação social?

- é particularmente as informações que na primeira vez consideramo-las de inéditas, aqueles dados que acabam por consumir –nos tempo para a sua minuciosa analise, classificação e aprovação estes são na realidade instancias coisas que atraem a minha pessoa para inclinar-se neste mundo apaixonante da comunicação, e consequentemente acabamos por viver estes momentos como se dela fosse um cardápio ou uma agenda da nossa vida.

 

- -os profissionais de comunicação

- Estes estão ali para cumprirem com o papel que lhes foi incumbido, e necessitam faze-lo com honra e dignidade para que sejam visto imitados exemplarmente, quer os que apresentam assim como os que somente são ouvidos, nas rádios são a principio moralizadores sociais, e quando desviam da conduta social estes são desacreditados e influenciam negativamente a sociedade.

 

-Grelha de programação nos canais de TV em Angola

- Há uma melhoria, hoje os programas que existem, correspondem ao actual momento a da inovação, temos também novos rostos e temáticas de diversos quadrantes nacionais.

 

 

- Que avaliação faz sobre a comunicação social em Angola?

- Soou muito nova para fazer uma avaliação, mas devo dizer-lhe que em dez anos de paz, considero estarmos a passos largos comparativamente com o recente passado histórico, hoje temos jornalistas mais preocupados com o género de matérias que pretendem publicar, as rádios assim como as cadeias televisivas já emitem suas notícias com mais qualidade sonora, em Angola assim como nas lides internacionais. E o caminho que devemos seguir, é o da objectividade, informar e formar com verdade e com uma linguagem clara nas rádios e TV.

 

Comparativamente aos anos anteriores hoje a internet entra na comunicação social angolana como diferença, na rapidez e expansão sobre qualquer assunto tratado em milésimos de segundo.   

 

A internet também chegou para ocultar alguns princípios como o das boas maneiras e o da privacidade, hoje vimos muitos jovens envaidecidos que deliberadamente fazem o que lhes apetece na internet, criam insinuações e ofendem o bom nome das pessoas, quem possamos os deter, tudo porque não sabemos da identidade da pessoa com a qual partilhamos as amizades na internet.  

 

- O que faz um bom jornalista?

- Humildade, sinceridade, investigação, e ter um espírito de equipa.  

 

 

- O que farias se tivesse na cadeira de Ministra da comunicação Social em Angola?

- Contribuiria para a expansão de uma verdadeira informação em Angola, descentralizava o sector informático, que está excessivamente em Luanda, os jornais, as rádios para todas as cidades e uma rede de correspondentes do país para o mundo e na televisão criaria estruturas potentes para gerar imagem de Angola para o mundo, e isto passaria necessariamente por uma administração participativa de todos os fazedores de comunicação.

 

Primava por uma comunicação social aberta, plural e promotora de direitos, deveres e solidariedade entre as comunidades e as instituições sociais, onde a escola e as igrejas teriam fortes papeais para o diálogo com a juventude.   

 

 

- A cultura da nossa juventude?

- A nossa juventude está um pouco desfeita no ponto de vista comportamental, e mais com a febre das festas, agora no meio da semana, os jovens pensam que nos ligarmos às nossas raízes perdemos adrenalina do universo da moda, seremos mal vistos e envergonhados pelos amigos, em consequência disso, acabamos por dar maior realce traços culturais estrangeiros.

 

É certo que quando nos esquecemos das nossas origens, perdemos a orientação de vida. É necessário que o Ministério da Cultura e da educação continuem com o projecto de massificação de ensino das línguas nacionais nas escolas secundárias e no ensino superior.

 

 

O lugar da mulher em Angola

- Hoje felizmente as mulheres estão a mudar de atitude, querem formar-se e ajudar a família de moda igual, têm noções dos direitos que merecem e já se envolvem a peito em questões políticas, hoje temos mulheres ativas para a vida social, estamos inseridas numa sociedade de competição, onde ninguém quer ouvir os factos em segundo lugar, tão pouco ficar distante da reconstrução de Angola.

 

 

- Delinquência Juvenil

- É um fenómeno social, passível de solução, nas zonas suburbanas está a aumentar nos últimos dias, mesmo com a intervenção da Polícia Nacional. Esperemos que alguns destes jovens, ainda com familiares para partilharem a vida encontrem-se com seus irmãos, e aqueles cujos pais andam distante deste mundo, que se rendam e procurem ajuda, o país está a mudar e necessitamos de jovens para trabalhar.

 

 

- A saúde em Angola

- Comparando com os cinco anos atrás, podemos afirmar que estamos a desenvolver, mas não significa que devemos descansar, tudo porque ainda continuamos a registar mortes infantis num índice assustador, e isto requer do nosso estado muito trabalho interventivo nesta área.

 

- Pra onde caminha o ensino superior em Angola?

- O ensino superior deveria merecer mais atenção, dados problemas com os quais trazemos da base, e para a infelicidade dos candidatos apurados ao ensino superior, eles são sujeitos a suportar docentes universitários com problemas de transmissão de saberes, assim, se o aprendiz, agora estudante não for hábil estudar para contornar a sua carreira de principio ameaçada, acaba por perder as esperanças.

 

Pois é exigido a investigar conteúdos que em sua Biblioteca não existe, senão nas livrarias onde o custo de um livro científico, é superior a 5 mil Kwanzas, onde é que este estudante, não empregado, vai tirar dinheiro para custear suas necessidades.

 

-Moda em Angola

-Está a evoluir, quantitativamente, por intermédio de novas agências de modas, maior número de estilistas amadores, e a promoção de eventos em Luanda, como sendo a capital estratégica. Gosto em particular a Nadir Tatty.

 

- Os emigrantes estão a preferir Angola como um porto seguro, o que temos de especial?

- Aqui que os Angolanos não estão a ver!!! (risos)

 

 -Mensagem final

- Que a juventude se sinta feliz em Angola.

 

 

 

 

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