terça-feira, 19 de junho de 2012

A comunicação na Igreja

A comunicação na Igreja

O mestre em comunicação Jaime Carlos Patias escreveu sobre a Comunicação na Igreja, e nós do Blog Mídia Cristã recomendamos esta mensagem publicada no site [Adital].

"Quando falamos de comunicação na Igreja não devemos pensar apenas nos meios: televisão, rádio, revistas, jornal, boletim, internet. Entendemos de maneira especial o processo de comunicação que a Igreja proporciona nos espaços de reflexão para as comunidades, as pastorais, os grupos, os movimentos..., nas diversas iniciativas que criam interação entre pessoas movidas pelos valores do Evangelho. Pensamos também na pastoral da acolhida, no encontro entre pessoas que vivem sua fé em comunidades. A Igreja entende comunicação enquanto meios e processos segundo a missão de Cristo, o verdadeiro Comunicador da vida de Deus. Sem a vivência concreta das propostas de Jesus Cristo, a Igreja não acontece, não se faz. Portanto, a Missão da Igreja é comunicação, proximidade de Deus com as pessoas, das pessoas com Deus e das pessoas entre si. Um meio privilegiado é a transmissão da fé pela palavra oral e escrita, juntamente com o testemunho de vida.
Quanto aos meios, as novas tecnologias: a televisão, o rádio, o cinema, a imprensa, a comunicação eletrônica do mundo moderno, já se tornaram indispensáveis na vida eclesial. Mais do que dar um juízo sobre os meios de comunicação social, a tradição da Igreja coloca-se a seu serviço. A sabedoria da Igreja pode evitar que a cultura da informação se transforme numa acumulação de fatos sem sentido. Há mais de 40 anos, o Documento do Concílio Vaticano II Inter Mirifica, já reconhecia aos meios de comunicação o poder de influenciar toda a sociedade humana, tanto para o bem, como para o mal. A Encíclica A Missão do Redentor, aponta o mundo das comunicações como "o primeiro areópago dos tempos modernos" (...). "A evangelização da própria cultura moderna depende, em grande parte, da sua influência" (RM 37c). Isso é ainda mais urgente, visto que o sistema neoliberal embalado pela globalização vem causando o aumento de grupos excluídos.

Não dá mais para pensar nossa Igreja sem internet, rádio, televisão, imprensa... É louvável que em pouco mais de 10 anos, setores da Igreja Católica no Brasil criaram 8 canais de televisão. Em 1997 as emissoras de rádio católicas eram mais de 300, sem falar dos inúmeros programas veiculados em emissoras comerciais. Contudo, precisamos nos perguntar seriamente se a mensagem difundida pela mídia católica está ajudando a formar os cristãos a ponto de se empenharem na evangelização da sociedade. Hoje, a imagem que a sociedade tem de nossa Igreja é construída pelos meios católicos que, infelizmente, ainda não deixam transparecer a pluralidade da fé que permeia toda a vida eclesial e do povo brasileiro. Parece refém da sociedade do espetáculo, uma das características da pós-modernidade, que privilegia a forma sobre o conteúdo.


Comunicar é muito mais do que uma sucessão de imagens ou palavras, sem nada acrescentar ou mudar no ser humano. A comunicação precisa expressar sentimento profundo e não uma simples e passageira emoção ou prazer. Devemos pensar numa comunicação muito mais duradoura, que não seja apenas um ritual momentâneo. No interior da Igreja, membros de alguns grupos e movimentos têm procurado utilizar mais e melhor os meios de comunicação social e as redes de informática para a transmissão da fé. No entanto, sua atuação, às vezes, revela fraca comunhão eclesial e espírito de pastoral de conjunto na Igreja particular. Se a Igreja conseguisse unir os diversos grupos de mídia católica em torno de um projeto conjunto de evangelização ultrapassando o individualismo, o sectarismo e a própria concorrência, ela daria um exemplo de comunhão que por si só evangelizaria. "Pois onde dois ou três estiverem unidos em meu nome, eu estou aí no meio deles" (Mt 18,20)".

sexta-feira, 15 de junho de 2012

JORNALISTA DO FACTUAL ESCAPA DE UM ACIDENTE


JORNALISTA DO FACTUAL
ESCAPA DE UM ATENTADO BOMBA



Na noite do dia 11 à 12 de Junho, por volta das 22horas, uma granada foi lançada na residência que alberga a família de F. Bussulo, Jornalista do Semanário Factual, por indivíduos desconhecidos na comuna do Kikolo, município de Cacuaco.

 Na casa estavam os quatro irmãos e a mãe do Jornalista, que ouviram o baralho, porém ignoraram por se tratar de mais um daqueles truques infantis das crianças de jogar pedras sobre o teto, mas a instância e o barulho do material ao cair sobre o teto, foi bastante estranho.

No dai seguinte, por volta das 8horas, Júlio Bussulo, seu irmão verificou no telhado, e deparou-se com uma granada RD5 de fabrico Russo, o medo embalou o jovem que acorreu em busca de socorro ao posto policial da 41ª Esquadra de Cacauco, sem sucessos, motivou-se a pegar o objecto pesado e estranho, e de seguida encaminhou até aquele posto da 41ª esquadra.

Ao chegar no posto policial da Boa Esperança, pertencente à 41 Esquadra, Júlio Bussulo apresentou-se e fez saber aos agentes que lá estavam sobre a aparição da granada por cima do teto. Sem explicar as origens da aparição. Os agentes, que não o interrogaram, pegaram no objecto e guardaram consigo.

 Os vizinhos receiam tratar-se de uma das falcatruas dos delinquentes, enquanto, outros, supõe tratar-se de uma perseguição ao Jornalista, que quase foi alvo de espancamento no final do ano passado por uma administradora comunal, quando foi confundido com um Jornalista da Despertar.

 Francisco Bussulo, que não se encontrava em casa naquela noite, disse aos seus amigos, e familiares que não tem problemas com as pessoas, e que nunca foi motivo de discórdia política, embora grande parte das reportagens publicadas pelo Jornalista àquele Semanário, sejam motivos de grandes leituras e debates sociaio-políticos, mesmo tratando-se de assunto relativos a integração social e desenvolvimento comunitário. O que é normal para qualquer país.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

livro, conto infantil, para breve, LANÇAMENTO

ESTÁ PARA BREVE A PUBLICAÇAO DA MINHA SEGUNDA OBRA LITERÁRIA, "KILWANJE O MENINO D´OURO"...

Convite A Sepultura (I) (1968 França)




Convite A Sepultura (I) (1968 França)





Desgraçado sentado nestas pedras

Com os pés em leilão, salto como

1 Percevejo gritando como a cigarra,

e já morri varias Vezes (…)

Estou com o esqueleto aguado

Emprestado, para suportar

Os métodos de um consumismo

Flutuante que se esbanja

Como as ondas alienadas da

Película deste império, 



Não necessito de beiras nem de feiras

Mantenho-me dos agasalhos da minha

Emanação, na formação utópica desta fraqueza



Não sou e nunca fui o resultado

Das experiências Erróneas, o lucrado

feito em castigo



Já não auguro o vosso calendário

Estou distante da terra e mais próximo

Das estrelas

Na profundeza da escuridão vazia

Na profundeza das areias mais frias

  

Observação da carne, se tenho bomba

o meu coração

Não é relógio, não fui arquitectado

Para ser pintado,



Já não preciso sermões para ser

 Fotografado,

Sou, a solicitação em pessoa,

Assim, excluam-me deste mapa

Volátil




quarta-feira, 30 de março de 2011

NOVAS EXPERIENCIAS

"A oportunidade é como ferro: devemos batê-lo enquanto estiver quente." (José Hernandez)




"Todos possuímos forças suficientes para suportar as desgraças alheias."



"É nos momentos de decisão que o seu destino é traçado" (Anthony Robbins)



"Se teus esforços forem vistos com indiferença, não desanimes, pois o sol ao nascer da um espetáculo todo especial, e no entanto a platéia continua dormindo".



"Meu Deus, se errarmos, faz-nos querer mudar; se tivermos razão, dá-nos força para vivermos com isso." (Reverendo Peter Marshall)



"O êxito começa no exato momento em que o homem decide o que quer e começa a trabalhar para conseguí-lo." (Roberto Flávio C. Silva)



"A preocupação consigo mesmo induz à tristeza. O esquecimento de si abre para a alegria."



"Todos nós já nascemos ricos. Feliz de quem compreende isso e procura aumentar sua fortuna." (Rosa Rubra)



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Acordo ortográfico teve "falsos argumentos" diz Mia Couto

O escritor moçambicano Mia Couto disse terem sido usados "falsos" argumentos para introdução do novo Acordo Ortográfico, sobretudo para a literatura, e afirmou sentir-se "ambíguo" em relação às novas regras.




"Tenho posição ambígua porque acho que houve quem estudou o assunto e sabe mais que eu. Houve linguistas que estiveram anos trabalhando sobre isso", disse a jornalistas, a propósito da nova grafia do português na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).



"Provavelmente, há algumas áreas em que nós saímos todos beneficiados, como por exemplo, na área do livro escolar, da aprendizagem da língua. O facto de os manuais angolanos, moçambicanos e cabo-verdianos poderem ser feitos no Brasil ou Portugal, indiferentemente. Isso, se calhar, essas são questões práticas que pesam", afirmou.



Mia Couto, cuja obra "O Gato e o Escuro", que narra uma aventura de um gatinho amarelo que se delicia em contrariar os conselhos da mãe, foi recentemente premiada no Brasil, reuniu-se hoje com jornalistas a propósito do galardão.



No Brasil, o escritor apresentou também o seu mais recente romance "Jesusalém", com título alterado para "Antes do Nascer do Mundo".



"Jesusalém", ou "Antes do Nascer do Mundo" conta a história de Silvestre Vitalício, um homem que, abalado pela morte da mulher, Dordalma, se afasta do mundo, com os dois filhos, Mwanito e Ntunzi, e um velho criado ex-militar, e se refugia num lugar remoto, a que dá o nome de Jesusalém e onde aguarda a chegada de Deus, para pedir desculpa aos homens.



Questionado sobre como encara o novo Acordo Ortográfico, Mia Couto assegurou que irá ajustar-se à convenção, até porque não é "um militante contra o acordo", embora se distancie da "falsificação das razões" apresentadas para introdução do pacto.



"Do ponto de vista literário, não acho necessário, acho dispensável, terei dificuldades em escrever da maneira nova e acho que grande parte dos argumentos que foram feitos a favor do acordo são argumentos falsos", disse o escritor moçambicano.



"Muitas vezes se argumenta que este acordo é necessário porque os nossos países (CPLP) viviam distantes e agora a nova ortografia comum vai aproximar-nos. Acho que isto é uma mentira", afirmou Mia Couto, que é igualmente biólogo.



Para o escritor, a distância entre os países deve-se ao facto de existirem "razões de diferentes políticas, da falta de vontade de criar uma proximidade e apostas geoestratégicas diferentes".



"O Brasil tem aquele universo da América Latina, tem a sua posição no mundo, Portugal tem outra, os africanos têm outra, estas são as grandes razões (..), mas vou ter que me ajustar" às novas regras da língua portuguesa, disse.



Moçambique ainda não aderiu ao novo Acordo Ortográfico.

Angop

Caboverdiana morta à facada na estação da Amadora

Uma mulher, de 33 anos, foi assassinada, ontem de manhã, na estação de comboios da Reboleira, Amadora, alegadamente pelo seu ex-marido, de quem teve dois filhos. O suspeito abordou-a, no local de trabalho, e fugiu depois de a ter esfaqueado várias vezes.




"É hoje. Se fores para a Reboleira, vou lá e mato-te". Estas terão sido as palavras ameaçadoras que Manuel O. terá gritado para a a ex-companheira, na manhã de ontem, quando ela saía do Bairro de Santa Filomena, na Amadora, onde vivia, rumo ao seu local de trabalho.



Pouco depois o homem terá cumprido a promessa. Pelas nove horas, ele dirigiu-se à estação de comboios da CP na Reboleira, abordou a ex-companheira, que realizava serviço de limpeza na estação, e desferiu-lhe várias facadas em todo o corpo.



Maria Olinda Fernandes morreu no local, enquanto o suspeito se colocou em fuga. Até ao fecho desta edição, permanecia a monte.

Ontem, as colegas da vítima que prestam serviço de limpeza naquela estação estavam inconsoláveis. "É uma desgraça, ele não nunca aceitou o fim do casamento", diziam, abaladas.



"Ele ameaçou-a logo pela manhã. Eu presenciei, mas ela não ligou. Todos os dias ele a ameaçava e agora aconteceu", lamentava, ontem à tarde, Luísa Lopes, tia da v



ítima, na casa dos pais de Maria Olinda, onde se reuniram vários familiares e amigos consternados e a carpir a dor.



Ao que foi possível apurar, a vítima teria regressado à casa dos progenitores no último mês de Outubro, depois de 15 anos de casamento com Manuel O., do qual teve dois filhos, actualmente com 13 e 15 anos.



"E agora quem vai dar de comer aos meus netos? Ele roubou-lhes a mãe. Os meninos precisam dela e agora o que vai ser deles?", dizia, em tom grave, António Gomes, pai de Maria Olinda.



O progenitor realçou ainda que aquela não foi a primeira vez que o genro tinha sido agressivo com a filha. "Já desde os tempos em que viviam em Cabo Verde que havia problemas. Há dois meses, quando ele discutiu com ela e pegou fogo à própria casa, ela fartou-se e fugiu para a nossa casa. Mas, mesmo assim, ele não a deixou em paz", referiu, lembrando ainda o episódio que motivou a queixa da filha à PSP.



"Um dia, apanhou-a no comboio e não a deixou sair na estação. Prendeu-a até Queluz e depois quis arrastá-la, bateu-lhe, mas ela gritou e as pessoas acudiram-na", disse, revelando ainda que o processo da agressão foi entregue às autoridades.



"A polícia sabia e nada fez. Só quando as coisas acontecem é que vão fazer alguma coisa? Esta situação já não era nova e a polícia devia ter agido e tentado evitar esta situação. Estou muito desgostoso com a justiça neste país", disse aquele imigrante, há mais de 20 anos, em Portugal.

Hilary Clinton quer saber tudo sobre Cabo Verde, segundo documentos divulgados pelo Wikileaks

O primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, já reagiu ao facto de Cabo Verde constar dos ficheiros secretos divulgados na semana passada pelo site Wikileaks.



Cabo Verde esteve desde o ano passado sob apertada espionagem dos EUA, de acordo com os ficheiros secretos da diplomacia americana divulgados pelo site

Wikileaks.



Segundo José Maria Neves, citado pelo jornal A Semana, "os EUA têm boas informações sobre Cabo Verde". "Até para poderem fazer o seu trabalho e desenvolver as acções de cooperação com os vários países", disse.



José Maria Neves disse que os EUA têm as melhores informações sobre Cabo Verde, independentemente da forma como esses dados foram obtidos. "Se pediram essas informações, tiveram boas informações sobre Cabo Verde", disse domingo aos jornalistas.



O primeiro-ministro de Cabo Verde apoiou também a secretária de Estado norte-americana Hilary Clinton que considerou um "atentado contra a comunidade internacional" a forma como os ficheiros secretos americanos foram ou estão a ser divulgados pelo website dirigido pelo australiano Julian Assange.



Espionagem



O jornal cabo-verdiano, baseado nos documento diplomáticos divulgados pelo Wikileaks, noticiou que Washington mandou agentes e diplomatas seus espionarem a propensão do arquipélago para o terrorismo e o narcotráfico; e, nesse pressuposto, os mesmos deviam elaborar uma base de dados com informações biográficas, contas bancárias, cartão de crédito, viagens efectuadas, horário de trabalho, contactos telefónicos e e-mails de dirigentes e pessoas com ligações a Cabo Verde.



Cabo Verde figura num grupo de oito países da região ocidental de África (com o Chade, Mauritânia, Níger, Burkina-Faso, Gâmbia, Senegal e Mali) onde os EUA lançaram desde o ano passado uma abrangente operação de espionagem, envolvendo tanto os serviços governamentais quanto os dirigentes políticos, militares e da sociedade civil, bem como o sector da economia.



"Na verdade, a investida norte-americana vem desde a administração de George W. Bush, mas as novas directrizes, que incluem Cabo Verde e os restantes sete países da região saheliana, foram comunicadas às embaixadas dos EUA nesses estados oeste-africanos a 16 de Abril de 2009, portanto, já durante a gestão de Barack Obama. Isso aconteceu através da secretária de Estado, Hillary Clinton. Melhor ainda, a ordem foi dada quatro meses antes de Hillary encetar um périplo pelo continente africano, tendo inclusive passado por Cabo Verde com o impacto que se sabe", escreveu o jornal.



Os pedidos da secretária de Estado



O telegrama que Hillary Clinton enviou às embaixadas americanas nos países sahelianos é claro: "O Departamento do Estado está desesperado por informações sobre o Burkina-Faso, Cabo Verde, Chade, Gâmbia, Mali, Mauritânia, Niger e Senegal. Queremos saber tudo acerca de agitações sociais, tráfico de drogas, padrões de governação e detalhes sobre o sistema de telecomuni



cações".



Os documentos da Wikileaks não mostram os resultados da espionagem feita (ou em curso) em Cabo Verde, mas apresenta o que a Casa Branca exigiu: "Os relatórios devem incluir, tanto quanto possível, informações sobre pessoas com ligações à região oeste-africana (Sahel): organismos e cargos; nomes, posições e negócios; números de telefone, celulares e fax; lista de contactos, incluindo números de telefone e lista de contactos de e-mail; cartões de crédito; viagens; horário de trabalho e outras informações biográficas adicionais", lê-se no despacho assinado por Hillary Clinton a que o jornal britânico The Guardian faz menção na sua edição de domingo, 28 de Novembro, na sequência do vazamento da Wikileaks.



O mais importante para a Casa Branca



Segurança, governação, economia e sistemas de telecomunicações foram os quatro eixos principais da espionagem desencadeada pelos serviços de inteligência norte-americana em Cabo Verde.



No capítulo da segurança, Washington insta os seus agentes e diplomatas a recolher, por exemplo, dados detalhados sobre eventuais presenças de grupos terroristas, os seus planos contra os EUA, as capacidades de resposta a ataques terroristas ou políticas de contenção de fundamentalismo islâmico na região.



A ordem assinada por Hillary Clinton era para que os agentes americanos em Cabo Verde averiguassem ainda o funcionamento das Forças Armadas e de Segurança, a possibilidade de cooperação com os EUA, a capacidade dessas forças para integrarem corpos de manutenção de paz. "E, o mais importante, se há ou não condições para, em caso de crise, o Pentágono poder instalar em Cabo Verde uma base de apoio militar", segundo A Semana.



Nesse mesmo documento, a secretária de Estado pede também aos seus diplomatas e agentes que reúnam todas as informações sobre o narcotráfico na região, as ligações com os cartéis sul-americanos e os dados dos principais suspeitos.



Washington demanda ainda informações sobre a percepção que os cabo-verdianos têm do Millenium Challenge Account (MCA) e manda sondar a posição do governo e de cada dirigente, em particular, sobre o apoio de Cabo Verde aos EUA nos fóruns internacionais.



"Portanto, a eventualidade de uma "contrapartida" política ou diplomática não é de todo posta de lado face aos 110 milhões de dólares já disponibilizados a Cabo Verde. Tanto mais que, após o primeiro compacto, está já na forja um segundo compacto em montantes ainda por definir", segundo o jornal cabo-verdiano.



Migrações e telecomunicações



Num dos telegramas, a Casa Branca solicita uma investigação sobre as migrações e os indicadores potenciais de instalação de campos de refugiados no arquipélago, atendendo ao fluxo migratório entre os países da sub-região africana.



A ordem de serviço de Washington termina apelando aos agentes ao serviço da Inteligência americana para informarem sobre o sistema de telecomunicações existente em Cabo Verde, as suas qualidades e vulnerabilidades. E lembra que são fundamentais informações detalhadas sobre as frequências de rádio, sistema de emissão de passaportes e credenciais do governo e a agenda de contactos dos principais líderes civis e militares.

Homem pode ter se curado da Aids com transplante de células-tronco

NOVA YORK - Um transplante de sangue pouco comum pode ter curado um americano da Aids, afirmaram médicos nesta quarta-feira. O homem, que tem cerca de 40 anos e mora em Berlim, recebeu um transplante de sangue feito a partir de células-tronco adultas em 2007 para tratar uma leucemia. O doador tinha uma mutação genética que conferia uma resistência natural ao HIV. Três anos depois do procedimento, os médicos constataram que o paciente não tem sinais do câncer ou da infecção por HIV, segundo um relatório publicado na revista 'Blood'.




- É interessante comprovar que medidas extraordinárias podem curar alguém com o HIV. Porém, o procedimento é muito arriscado para se tornar o tratamento padrão - afirma o médico Michael Saag, da Universidade de Alabama, em Birmingham, nos Estados Unidos, e conselheiro da HIV Medicine Association, instituição formada por médicos especialistas em Aids.



Os transplantes de médula óssea - ou de sangue criado a partir de células-tronco adultas - são usados no tratamento contra o cãncer. O processo envolve a destruição do sistema imunológico do paciente com radiação e medicamentos e a sua substituição a partir das células de um doador compatível. O risco de mortalidade do procedimento é de cerca de 5%.





- Não podemos aplicar a descoberta nos pacientes saudáveis porque o risco é muito alto, principalmente se eles estão respondendo bem aos antirretrovirais.

EUA buscam prova de conspiração contra Julian Assange, criador do WikiLeaks, diz 'New York Times'

WASHINGTON - Promotores federais dos Estados Unidos estão procurando provas de que o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, conspirou com um ex-analista de inteligência do Exército, o qual é suspeito de ter divulgado documentos confidenciais do governo, informa nesta quinta-feira reportagem do "New York Times". Preso no Reino Unido sob acusação de crimes sexuais na Suécia, o responsável pela publicação de milhares de documentos da diplomacia americana poderá ter sua libertação autorizada nesta quinta sob pagamento de fiança caso um tribunal britânico não acolha o recurso sueco contra a medida.




Nos EUA, altos funcionários do Departamento de Justiça estão tentando determinar se Assange encorajou ou até ajudou o soldado Bradley Manning a extrair do sistema de computadores do governo material militar secreto e arquivos do Departamento de Estado, diz o "NYT".



Se esta suposta ação de Assange for comprovada, as autoridades acreditam que ele poderá ser acusado de conspiração no vazamento, e não apenas ser considerado um receptor passivo que depois publicou o material, afirma o jornal americano, citando como fonte pessoas próximas do caso. Um porta-voz do Departamento de Justiça não quis comentar o assunto.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

COMMENTS 1929

COMMENTS


(1929)







Because of wanting to break the word

I lost kicking about me in the legends patience

Of old Europe, to say that I was not born in Belém



There are no magnifying glasses as well as hammer to judge

That presumption, there are no men nor you encourage for

To testify that preaching;

There are no turtles in this machine, no there is

Serpent as in the epistle,

There is yes anxious hypocritical pântanos…e in to cough and to spit

At the same time (…) they begin where they finish and not

They say anything!!!



Of the poles to the flying escribas;

those are not carnivorous

Where one find chew the beards and they salivate the asphalt (…)



I was not born in Belém

So-little in this report,

They call me palanca (…)