quarta-feira, 30 de junho de 2010

LA INVERSIÓN DE LA SOGA, A Inversão Da Corda

A Inversão Da Corda

( 6 de Agosto)





A pregoada era aquela voz recalcitrante

Na porfia para a diferença, de um lado os ouvintes,

doutro os ditadores de carapuças, Com os iníquos

decretos, fanáticos aduladores sem vergonha



Não tem ciência adormecer nesta corrida,

cómicas e as substancias caras de pobres contista!



Mãe, vamos ao kimbo onde a porfia é o cacimbo

Lá não há impostos! Os canais fazem a enxada

Irrigam o estômago e dão fôlego a esse estado!

A consciência para novas historias!!!



Abandonemos logo esta cumplicidade…

De querer salvar-se em jornais e outros processos,

(…) Abandonem já este paraíso diabólico a

Película cómica do crucifixo…



A nossa razão não é a economia de mercado, é

O lucro da força em amar a terra e, ser reconhecido pela

Natureza a harmonia de uma grande partilha,



De que origens são estas balbúrdias, o desencanto no olhar

De cada geração; que cresceram da procura, e vivem

sem saber o caminho para a procura…



LA INVERSIÓN DE LA SOGA

(EL 6 DE AGOSTO)





El pregoada era esa voz recalcitrante

En la disputa para la diferencia, en un lado los oyentes,

el doutro los dictadores de capuchas, Con los inicuos,

las ordenanzas, el fanático halagador desvergonzado,



He/she no tiene la ciencia para dormirse en esta raza,

¡el cómicas y usted los nutren las caras de escritor de la historia pobre!



Mime, nosotros vamos al kimbo dónde la disputa es el cacimbo

¡No hay ningún impuesto! Los cauces hacen la azada

¡Ellos irrigan el estómago y ellos dan la respiración a ese estado!

¡La conciencia para los nuevos recuentos!!!



Permítanos abandonar esta complicidad pronto…

De querer ahorrar en los periódicos y otros procesos,

(…) Ellos ya abandonan este paraíso diabólico el

La cómica cinematográfica del crucifijo…



Nuestra razón no es la economía del mercado, es

La ganancia de la fuerza amando la tierra y, para ser reconocido por el

La naturaleza la armonía de una gran porción,



Ese orígenes son estos desórdenes, yo desencanto el him/it en la mirada

De cada generación; ese you/they crecieron de la búsqueda, y ellos viven

sin conocer el camino por la búsqueda…

NA PENUMBRA, DOS SONHOS, AQUI, AS MINHAS LÁGRIMAS ANOITECEM

AQUI, AS MINHAS LÁGRIMAS ANOITECEM

(1980 EGIPTO)







Já não importam as chamas da liberdade

Assim como já não tenho pressa de ser enganado

E viver, porque, todos aplausos no néctar

Da emoção têm sentidos estranhos,



Ainda há água turva nestes cabides?



Os charlatães são lavados, neste jogo, apanhados e

Acorrentados sentados;



Já fui alvo nos debates e, nos aplausos da plateia,

Zungaram venenos para secar os meus lábios

Silenciaram a nudez nas rochas! Onde os passos

Anunciavam as eras, da asneiras da minha geração!



Cuidado com o que me fazeis!!!

Os passos marcados no chão não retrocedem em vão,

Ainda há um cantar no olhar deste soletrar;



Se perdem no tempo e chamuscam dizeres

Afastam-se de mim e abnegam os meus verdadeiros

Retratos, «aqui as minhas lágrimas anoitecem»



(…) Quem descreverá o meu sentido itinerário

A este presente, atrás dos créditos que não chegam?

Deste luto inebriante de promessas a passos divididos?...

Quem?









NA PENUMBRA, DOS SONHOS

(1984 SUDÃO)







Retomaram-se os pés perplexos e hirtos, quando

Lançaram as mãos queimadas na oração…

Fugiu a sombra das vidas, fugiram os corpos das almas,

Imóveis degenerados nas coordenadas

Desta penumbra…



Começou assim, o hino num olhar labirinto,

A clareza despida das nuvens, sob a harmonia nos

Catetos dessa imobilidade, agora nas palmas algemadas;

(…) Escrupulosamente uniram-se as mãos em febre,

Tudo porque não havia espaço para enxergar os sonhos (…)



O coro é o mesmo, e…

Foi deixado assim... na dependência dos inocentes e

Independente da sombra perseguida,



Juro aos que verem e ouviram na penumbra dos sonhos!

NINGUÉM FECHA A PORTA, O VENENO DAS GERAÇÕES (1942 WASHINGTON)

O VENENO DAS GERAÇÕES (1942 WASHINGTON)







Chamam-me drink
Embriago cadeiras e desvirtuo senhoras,
Sou concorrido quando comando os meus adeptos,
Uns me conhecem, outros ignoram-me por nunca
Os ter beijados;
Atrofio corações e estrago os lares prematuros
Brilho em cada esquina, onde faço dupla com a
Vontade da carne!

Sou a máscara dos tribunais, luto contra a
Honestidade dos homens para com deus!
Mostro a continuação do verdadeiro mundo
Activando os pelos que proibiram no jardim

Ofusco a personalidade de ninguém,

Irrito a sua garganta, quando escorrego como

Alcatrão nos seus pulmões, diminuo a sua visão,

A capacidade de pensar e dou-te a tuberculose

Antes da missa!!!



Sou lendário!

Cosmopolita, por isso os títulos vão de maconha

Crack á cocaína; o meu cadastro é original para

Cada povo!



Sou a alegria dos manifestantes, o rosto dos grevistas

Estou no currículo de celebridades,

Sou o tétano do subúrbio, o desespero de uma nação.



Estou onde há mulheres e diabo (…)





















NINGUÉM FECHA A PORTA

(1945 ABRIL)





Na sombra desta estação

Termina a sessão ambígua ,à voz da multidão

Algemada no ritmo da tragédia!!!



Cai a sentença dos mártires, é lido o paragrafo 75 na fé do

Poder, de uma realidade ingénua,

Logo, abrem-se as chamas!!!



Chegou a palavra na terra…

O mel de muitos scapegosts, o doce espanto entrelaçado

A esta praça de terror, desumana, imediata e vergonhosa;

Neste vaivém onde poucos se procuram na dor destas chamas



Ó sombra incandescente, liberta-me desta pestilência

Liberte os diabos da minha libertinagem, e queima a ilusão

da cadeira,

Dos pensamentos estranhos aos sorrisos de cada protocolo



Também sei que é a ponte do meu vazio

Espero não ser o fim deste drama, quero continuar como

Actor nesta perseguição… onde ninguém está condenado a

Sair

Fechem a porta (…) por favor

poesias traduzidas em italiano e outras....bussulo d.

O Diálogo







Descalço as minhas palavras nestas aranhas

Jogo fora a minha língua nesta subúrbio e o meu coração

Nesta rústica cidade,

Deixo de blasfemar e de sentir a adrenalina após o fedor

Do veneno que vem do pátio; o fogo ansioso em atropelar

A minha triste tradição…



Esqueço os minutos que me vendi pelos prazeres da velocidade,

Para recordar que ainda sinto saudades de voltar ao céu,

Encontrar o meu esqueleto no purgatório, e a minha sombra

Entre os artigos da compaixão, testemunhando o desprezo

Invencível dos meus detractores;



Descalço as minhas fétidas palavras neste lugar do meu

Deprimido ser, o estado lento desta harmonia deturpada e

Instável; onde os crimes incitam a criação dos deuses da

Tribuna e demónios jurídicos que não permitem levantar a

Minha infelicidade para mostrar o caminho da insólita

Depressão eterna!!!

Absolutisam as luzes; oferecendo aos fiéis os farrapos

E outras substancias nas taças desta conversa…



Este é o diálogo suspenso da minha persistência,

A desumanidade tranquila desta existência!...



Esta é a paragem obrigatória dos filhos das circunstancias,

Onde chegam e são atravessados, onde decidem e são

Interpelados;











Esta é a vontade dos que caminham e protestam

Os gritos indeléveis da madrugada e das noites cénicas,

Madrugam para sofrer e entregam-se para sobreviver,

Esta é a vontade dos que se rastejam, pálidos e secos

Que cruzam a utopia da barbárie contemporânea;

Pensam mas não são dados a noite para sonhar!!!



Essa é a nostalgia dos gentios da velha civilização,

Os oprimidos do luxo dependentes independentes,



Filhos de deus e do diabo;

Os solilóquios irreversíveis da ignorância;

Essa é a ilusão do discurso entre o diálogo e a

Paragem da situação;



Já acreditei na ilusão de engodar os bolsos, pilhar as

Zungueiras, chantagear e não responder as chamadas nocturnas;

De astutos peludos, rústicos letrados adormecidos no cabide da

Subordinação caduca;

Não os conheço, nunca os vi, e trepam as cabeceiras das minhas

Noites alienadas

















The Dialogue







Barefoot my words in these spiders

Game had been my language in this suburb and my heart

In this rustic city,

I stop blaspheming and of feeling the adrenaline after the stink

Of the poison that comes from the patio; the anxious fire in running over

My sad tradition…



I forget the minutes that I sold myself for the pleasures of the speed,

To remember that I still miss of returning to the sky,

To find my skeleton in the purgatory, and my shadow

Among the goods of the compassion, testifying the contempt

Invincible of my detractores;



Barefoot my fetid words in this place of mine

Depressed to be, the slow state of this disfigured harmony and

Unstable; where the crimes incite the gods' of the creation

Tribune and juridical demónios that you/they don't allow to lift the

My unhappiness to show the road of the unusual

Eternal depression!!!

Absolutisam the lights; offering to the followers the rags

And another nourish in the cups of this conversation…



This is the suspended dialogue of my persistence,

The calm inhumanity of this existence!...



This is the children's of the circumstances obligatory stop,

Where arrives and they are crossed, where they decide and they are

Questioned;











This is the will of the ones that walk and they protest

The indelible screams of the dawn and of the nights cénicas,

They get up early to suffer and they surrender to survive,

This is the will of the ones that crawl her, pale and dry

That you/they cross the Utopia of the contemporary barbarism;

They think but they are not given the night to dream!!!



That is the heathens' of the old civilization nostalgia,

The oppressed of the luxury independent dependents,



God's children and of the devil;

The irreversible soliloquies of the ignorance;

That is the illusion of the speech between the dialogue and the

Stop of the situation;



I already believed in the illusion of luring the pockets, to plunder the

Zungueiras, to blackmail and not to answer the calls nocturnas;

Of astute hairy, learned simple fallen asleep in the hanger of the

Subordination expires;

I don't know them, I never saw them, and they climb the headboards of mine

Alienated nights

























quinta-feira, 17 de junho de 2010

ontem a noite



ontem fui interpelado por tres jovens, eram 21 horas no bairro do kawelele, quando vinha da academia. eles levaram o vazio da minha ignorancia como homem de olho aberto, e um sopro do meu suor quando em meus bolços infiaram os dedos absoletos de liamba

já falei disso

GOSTARIA QUE A MINHA ESPOSA FOSSE AQUELA QUE PODESSE DESPERTAR EM MIM UM MUNDO QUE AINDA NAO CONHEÇO. POIS XTOU CONVENCIDO QUE SEI MAIS DO QUE NADA SEI

diário

                Sempre gostei de alunos pontuais, estudantes participantes e alunas bonitas observadoras, mas nunca concenti a pacividade de uma turma de aula perante os assuntos contemporaneos.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

eu disse isso...

                     Normalmente escrevo as minhas poesias quando sinto um exagero social em diversas ordens de analise. a minha fonte de inspiraçao tem sido as peripecias humanas que transformam-se em desumanas devido a visao selvaticas que os homens carregam diante das dificuldades ou luxuria...

AFIRMAÇOES

               A MINHA MAIOR FELICIDADE NO ANO DE 2009, FOI TER CONCEGUIDO INSCREVER-ME NO CURSO PROFISSIONAL DE JORNALISMO E MAIS TRADE SER ACEITE COMO COLABORAR NO SEMANARIO FACTUAL EM LUANDA.

INSATISFAÇOES

                 sempre gostei das pessoas quando elas apresentam-se humildes e simples, pois a vida nao pertence aqueles que pensam o mundo é uma comedia mas, aqueles que acreditam no ensaio da vida. digo isto por duas razoes simples: 1- rir da situaçao de outrem demonstra falta de maturidade, 2- pensar que o outro é como voce é coisa de individuos sem cultura.