quinta-feira, 17 de junho de 2010

ontem a noite



ontem fui interpelado por tres jovens, eram 21 horas no bairro do kawelele, quando vinha da academia. eles levaram o vazio da minha ignorancia como homem de olho aberto, e um sopro do meu suor quando em meus bolços infiaram os dedos absoletos de liamba

já falei disso

GOSTARIA QUE A MINHA ESPOSA FOSSE AQUELA QUE PODESSE DESPERTAR EM MIM UM MUNDO QUE AINDA NAO CONHEÇO. POIS XTOU CONVENCIDO QUE SEI MAIS DO QUE NADA SEI

diário

                Sempre gostei de alunos pontuais, estudantes participantes e alunas bonitas observadoras, mas nunca concenti a pacividade de uma turma de aula perante os assuntos contemporaneos.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

eu disse isso...

                     Normalmente escrevo as minhas poesias quando sinto um exagero social em diversas ordens de analise. a minha fonte de inspiraçao tem sido as peripecias humanas que transformam-se em desumanas devido a visao selvaticas que os homens carregam diante das dificuldades ou luxuria...

AFIRMAÇOES

               A MINHA MAIOR FELICIDADE NO ANO DE 2009, FOI TER CONCEGUIDO INSCREVER-ME NO CURSO PROFISSIONAL DE JORNALISMO E MAIS TRADE SER ACEITE COMO COLABORAR NO SEMANARIO FACTUAL EM LUANDA.

INSATISFAÇOES

                 sempre gostei das pessoas quando elas apresentam-se humildes e simples, pois a vida nao pertence aqueles que pensam o mundo é uma comedia mas, aqueles que acreditam no ensaio da vida. digo isto por duas razoes simples: 1- rir da situaçao de outrem demonstra falta de maturidade, 2- pensar que o outro é como voce é coisa de individuos sem cultura.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Segredos que ameaçam o planeta


Segredos


que ameaçam o planeta!





Houve uma civilização cujo nome era The Conformerh, a última de todas as gerações. Os seus habitantes não possuíam língua para falar nem traços comuns para se comunicarem, esta civilização sobreviveu durante muito tem sob fortes influências dos fenómenos naturais bem como das precipitações dos seus deuses.



A região em que encontrava-se localizada esta civilização compreende actualmente da floresta do Amazona descende às correntes de Humboldt a oeste das ilhas galópagos na América do sul. Os homens viviam no norte, as mulheres ao sul das ilhas Kerguelen no indico enquanto, as crianças não possuíam territórios fixos.



Os homens possuíam sobre a cabeça o ego de procriar com qualquer mulher, já que as mulheres não possuíam parceiros certos por nascerem sobre as árvores em homenagem ao deus “Panda” o pai da promiscuidade.



Reza a história descrita em pormenor num livro deixado por eles que “o relevo dos fundos marinhos constitui uma riqueza tão valiosa que ultrapassa os valores e a ansiedade moderna do mundo contemporâneo”. De um único exemplar o mesmo livro encontra-se perdido desde o terramoto que devastou a ilha de Sumatra na região ocidental do arquipélago da Sonda, na Indonésia.



Depois de o despertar da China no século II da “Era Dos Lagartos”, que se afiemava possuir uma folha do livro, as relações bilaterais entre os países da OPEP e o resto das potências mundiais aumentaram no mundo contemporâneo. A tendência não subsiste na extracção do petróleo, mas sim na extracção do livro que supostamente encontrava-se enterrado nos mares petrolíferos daquela era.



O livro descreve o destino da humanidade, a ascensão dos países pobres e a queda dos males que infirmam as sociedades emergentes como a especulação e a acumulação desmedida de capital, fazendo referência ao afastamento da terra em 15cm de distância do seu hemisfério de rotação e translação.



Quem o achar terá nas suas mãos o poder De desterrar os homens do planeta terra que será habitado segundo este mesmo livro pelas feras mais terríveis nunca antes vira, produto do diabo que se encontra a mostrar a sua ira sobre o Haiti e aos cristãos do Chille.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sepultura do destino ?

Sepultura do destino




Sobre os grito que descalço aos silencio utipcos

Destas margem penunbreada sobre a utipia do realismo,

Que assolam os ombro dos meus olhos da alma que não

Vem os passos desta sombra (…)



Sobre os traços que trilhao as sombras vaidosas que marchao

A dimencao oposta deste vento que sopra sobre os ventre, que banha as ideologias sangrenta das lagrimas da memoria.



Onde os meus silêncios murmuram sobre as trevas do caminhos das noites de cacimbo, em suor de África derramado no leito de cada margem desta vida que varre as ondas destes pensamento quebrado na esperança amortecida



Oh…



O grito que assolam os meus sentimentos sobre as passagens das nnoites que travejam as estrelas dos céus em vagas, onde o apogel do sol não petra sobre a sepultura desta renuncia que afecta os passos e os silêncios, deste monologo interior…



Os traços que grafitam a cada cetro de pensamento que rastejam nas penunbras dos ecos da liberdade, em grito da canção de memorias tropeçadas sobre as notas desta musicalidade no ventre que cobre esta margem inigma sobre a penumbra do destino



Rasgando os sonhos desta linha continua que refugia se nas terras das arcacias rubras, desta ambígua que enxerga os passos do silenciosos ao crucifixo da consciência do meu vácuo que mira as trevas sobre os desejos cegos dos sonhos passados (…)



Os olhos que setem o semblante deste desgaste, que as minhas lágrimas travejam sobre a exuberância das pétalas de rosa…que onde bebi o veneno da semente do sortilégio do teu campo(...



Poema de um leitor, da minha 1ª obra, ele deu-me para corrigir e não o fiz…

está aqui exemplo de um plagio…Bussulo Dolivro

FOTOGRAFIA DE BUSSULO , NA CIDADE DO HUAMBO

WRITER AND AFRICAN JOURNALIST

BUSSULO DOLIVRO,


WRITER AND AFRICAN JOURNALIST

FOREWORD



My analysis will bind in an appreciation of the formal content but of the great axes of the themes developed by Bussulo Dolivro. Like this soon of departure, when reading the title of the work, the informed reader he/she has the sensation of being before João Maiomona or even even Aimé Césaire.

It is noticed in the language of this group of poems the statement of a duality, in that the author makes to perspire and to appear an and a being's deep feeling, heir of a catastrophe but with the hope that still the possibility exists of resurrecting (…) the images that the same makes to appear, are those that try rebuild the ancestors' dream, dream of living better, but atrophic for those that he designates metaforicamente of “beings of atrophic hearts.”