terça-feira, 6 de março de 2018

excerto da minha obra literária, dedicada às crianças (texto não corrigido)

– Mãe, quanto custa um carro?
– muito dinheiro meu filho, muito mesmo!
– e um carro de lata, voltou a perguntar o menino
– os carros são feitos de latas meu filho, e custam muito dinheiro, respondeu a mãe do menino.
– Então vou fazer o meu carro, estou cansado de passar as férias em casa, gostaria de viajar, explicou ele.
A mãe que se encontrava a fazer o matabicho pela manhã abandonou a cozinha a fim de certificar com quem realmente estava a falar, pois ela ficou admirada pela forma com que o seu filho a respondeu, cheio de entusiasmo e coragem.
– Menino para arranjares um carro precisas de trabalhar, antes de tudo, porque as coisas não caem dos céus, explicou a mãe.
– Não, mamãe! Respondeu ele, olhando para sua mãe, que estava de mãos abertas bem na entrada da cozinha de boca aberta.

– E então?

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

NO COMÍCIO DA FOME



Falou e não disse nada,
Gritou calado e apareceu aos cegos!
Pulou e perdeu o chão
Caiu e não tocou no chão!

Castigado pela língua
A esmo soletrou palavras ambíguas
Lábios falsos de mentes bêbadas,
Marionetes da covardia!

Cospem promessas na geração de milagres,
O petróleo se esgota e a água no esófago
do pobre é miragem!
Lábios falsos de mentes levadas
Lábios falsos de mentes levadas

Dançam no desperdício das massas,
E fazem das almas as massas das afamas,
Ajoelham-se para morder e rogam promessas
Para manipular
Usam vinho para iludir a garganta desértica
De água







segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Independência e Cidadania em Angola

🤔👩‍🏫🕵️‍♂️🏃‍♂️🗣️
(…) Em 42 anos de independência, Angola mostra-se como um país capaz de ultrapassar as diferenças sociais, políticas e ideológicas, porém, tal feito será alcançado se as rádios comunitárias souberem na vertical serem verdadeiros meios de unidade e inclusão social. 

Estes meios comunitários em Luanda trouxeram, um novo clima nas relações entre a atmosfera urbana e periférica no seio de seus habitantes, o clima da democratização das ideias e do exercício da cidadania “incipiente”. 
Ela efetivou-se na perspetiva de uma comunicação pública. Como afirma C.Peruzzo (2004, p. 6) “a comunicação e sobretudo a comunitária pode estimular a construção da cidadania, ao informar os cidadãos sobre os seus direitos e as formas de os exercerem”. 

Estamos a caminho da metade de um século, mais do que melhorar o que está bom, urge em conjunção de ideias prepararmos as mentes para o sossegar dos espíritos, quando, desenterrarmos as histórias proibidas, que tornaram vítimas os pilares de nossa História. – As rádios serão cobradas, um papel indelével.
Uma nota para a independência, BussuloDolivro

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Novas conquistas

(…) Lute para seres o espelho, que desejas para si e a sua família. Escute, partilhe e perdoe sempre, mas, não se acomode com as pequenas borboletas que polarizam seu jardim; pois se não souberes tratar, ela secará, e o sucesso estará a milhas de um binóculo. É este “sucesso”, que segundo Deepak Chopra na sua obra, as Setes leis espirituais do sucesso definir-se-ia como sendo a constante expansão da felicidade e a progressiva realização de objectivos meritórios. Assim, para ele o sucesso consiste na capacidade de realizarmos os nossos desejos com um mínimo de esforço. 

Portanto, a produção científica exige mais do que o mínimo de esforço, a vontade de concluir a pesquisa, e consequentemente a honra de expor as verdades prováveis num universo de críticos exigentes.




quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A produção científica em Angola

|…| A produção científica é a consagração sui-generis da prática académica. A mesma é resultado de um conjunto de aplicações metodológicas, que obrigam do pesquisador galgar atalhos, difíceis, e em alguns casos pavorosos a fim de expor num universo de críticos uma ideia a comprovar ou uma tese a defender. O processo da acreditação desta ideia é um percurso, enquanto, a tese é a chegada. 
Portanto, para muitos a produção científica termina com a exposição de insights comprováveis, e para mim é somente a largada de várias maratonas.
Aos Professores Doutores: Dinis Kebanguilako (um professor socializador),Ana Luzia Jacinto (Mulher de Mérito), Américo Chivukuvuku (amigo e crítico do saber social), Dominique Chipango (um exímio pedagogo) o meu muito obrigado!
Para os luxuosos da plateia da última hora, Fábioh RaimundoMiklenya DelleReciado DA Jacinta - Valeu!