segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Independência e Cidadania em Angola

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(…) Em 42 anos de independência, Angola mostra-se como um país capaz de ultrapassar as diferenças sociais, políticas e ideológicas, porém, tal feito será alcançado se as rádios comunitárias souberem na vertical serem verdadeiros meios de unidade e inclusão social. 

Estes meios comunitários em Luanda trouxeram, um novo clima nas relações entre a atmosfera urbana e periférica no seio de seus habitantes, o clima da democratização das ideias e do exercício da cidadania “incipiente”. 
Ela efetivou-se na perspetiva de uma comunicação pública. Como afirma C.Peruzzo (2004, p. 6) “a comunicação e sobretudo a comunitária pode estimular a construção da cidadania, ao informar os cidadãos sobre os seus direitos e as formas de os exercerem”. 

Estamos a caminho da metade de um século, mais do que melhorar o que está bom, urge em conjunção de ideias prepararmos as mentes para o sossegar dos espíritos, quando, desenterrarmos as histórias proibidas, que tornaram vítimas os pilares de nossa História. – As rádios serão cobradas, um papel indelével.
Uma nota para a independência, BussuloDolivro

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