quarta-feira, 30 de junho de 2010

poesias traduzidas em italiano e outras....bussulo d.

O Diálogo







Descalço as minhas palavras nestas aranhas

Jogo fora a minha língua nesta subúrbio e o meu coração

Nesta rústica cidade,

Deixo de blasfemar e de sentir a adrenalina após o fedor

Do veneno que vem do pátio; o fogo ansioso em atropelar

A minha triste tradição…



Esqueço os minutos que me vendi pelos prazeres da velocidade,

Para recordar que ainda sinto saudades de voltar ao céu,

Encontrar o meu esqueleto no purgatório, e a minha sombra

Entre os artigos da compaixão, testemunhando o desprezo

Invencível dos meus detractores;



Descalço as minhas fétidas palavras neste lugar do meu

Deprimido ser, o estado lento desta harmonia deturpada e

Instável; onde os crimes incitam a criação dos deuses da

Tribuna e demónios jurídicos que não permitem levantar a

Minha infelicidade para mostrar o caminho da insólita

Depressão eterna!!!

Absolutisam as luzes; oferecendo aos fiéis os farrapos

E outras substancias nas taças desta conversa…



Este é o diálogo suspenso da minha persistência,

A desumanidade tranquila desta existência!...



Esta é a paragem obrigatória dos filhos das circunstancias,

Onde chegam e são atravessados, onde decidem e são

Interpelados;











Esta é a vontade dos que caminham e protestam

Os gritos indeléveis da madrugada e das noites cénicas,

Madrugam para sofrer e entregam-se para sobreviver,

Esta é a vontade dos que se rastejam, pálidos e secos

Que cruzam a utopia da barbárie contemporânea;

Pensam mas não são dados a noite para sonhar!!!



Essa é a nostalgia dos gentios da velha civilização,

Os oprimidos do luxo dependentes independentes,



Filhos de deus e do diabo;

Os solilóquios irreversíveis da ignorância;

Essa é a ilusão do discurso entre o diálogo e a

Paragem da situação;



Já acreditei na ilusão de engodar os bolsos, pilhar as

Zungueiras, chantagear e não responder as chamadas nocturnas;

De astutos peludos, rústicos letrados adormecidos no cabide da

Subordinação caduca;

Não os conheço, nunca os vi, e trepam as cabeceiras das minhas

Noites alienadas

















The Dialogue







Barefoot my words in these spiders

Game had been my language in this suburb and my heart

In this rustic city,

I stop blaspheming and of feeling the adrenaline after the stink

Of the poison that comes from the patio; the anxious fire in running over

My sad tradition…



I forget the minutes that I sold myself for the pleasures of the speed,

To remember that I still miss of returning to the sky,

To find my skeleton in the purgatory, and my shadow

Among the goods of the compassion, testifying the contempt

Invincible of my detractores;



Barefoot my fetid words in this place of mine

Depressed to be, the slow state of this disfigured harmony and

Unstable; where the crimes incite the gods' of the creation

Tribune and juridical demónios that you/they don't allow to lift the

My unhappiness to show the road of the unusual

Eternal depression!!!

Absolutisam the lights; offering to the followers the rags

And another nourish in the cups of this conversation…



This is the suspended dialogue of my persistence,

The calm inhumanity of this existence!...



This is the children's of the circumstances obligatory stop,

Where arrives and they are crossed, where they decide and they are

Questioned;











This is the will of the ones that walk and they protest

The indelible screams of the dawn and of the nights cénicas,

They get up early to suffer and they surrender to survive,

This is the will of the ones that crawl her, pale and dry

That you/they cross the Utopia of the contemporary barbarism;

They think but they are not given the night to dream!!!



That is the heathens' of the old civilization nostalgia,

The oppressed of the luxury independent dependents,



God's children and of the devil;

The irreversible soliloquies of the ignorance;

That is the illusion of the speech between the dialogue and the

Stop of the situation;



I already believed in the illusion of luring the pockets, to plunder the

Zungueiras, to blackmail and not to answer the calls nocturnas;

Of astute hairy, learned simple fallen asleep in the hanger of the

Subordination expires;

I don't know them, I never saw them, and they climb the headboards of mine

Alienated nights

























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