quarta-feira, 30 de junho de 2010

O ensino daquelas ruas (…)

O ensino daquelas ruas (…)




Estamos na escola do futuro

Onde os quadros e o ensino são puros

Sem regras nem lições quando tudo parece duro

Materiais sem matéria tão pouco artérias vivas

Na força da maquinação, os robots entram em acção

Onde a terra não enferruja o aço…



Na escola do futuro, o chão não tem céu

O céu não possui teto, e o teto é de ferro

Onde castigam os erros e os incorrigíveis



Nestas escolas nasceram leis

Os professores chegam embriagados

E os alunos drogados, não têm pais,

São agressivos, aquecem como condutores

Os professores não chegam como a luz

E quando chegam o salário oscilou-os como a luz



Escolas de mercenários,

Professores lutam para esmagar os alunos,

Abrem sessões para bufar os alunos e os alunos

Para matar os professores



Os professores também são robots

Enferrujam os alunos, e queimam os livros

Para verem as cenas cómicas em canais imundos…



Quadros de parede, escrevem os ossos dos vizinhos

De lá,

Alunos vagabundos de professores imundos,

Escolas de bruxos, disciplinas de belzebu,

Esta é a escola do futuro!

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