quarta-feira, 10 de março de 2010

DUAS CONSCIÊNCIAS NUMA SALA


DUAS CONSCIÊNCIAS NUMA SALA




É na pluralidade onde se encontram as divirgencias, os altos e baixos assim como as siluçoes dos nossos genéricos problemas dentro desta diversidade

Não pretendo aqui exaurir uma dissertação científica ou um ensaio qualquer Poderá ser talvez para alguns um discurso literário do que propriamente cientifico

O tema foi perceptível para todos mas não intelegivel para aqueles que a consciencia o tempo comprou numa corrida desenfreda e insentivou na defesa da farsa Não há sim nem não A compreensão era o marasmo do rodeio na tentativa de encontrar-se um “i” naquela turma de paredes aleitadas Juro por deus e por meus 100 anos que ouvi mas nunca entendi



A consciencia A defendia a X enquanto a B renunciava a A e ao mesmo tempo a X não sabia do que se tratava encontrando-a embreagada de uma retórica sempre retardada cujos sinais da arrogância ajuizava sinais de valores destrutivos perante a pequena civilização académica Perante uma classe que se observava ao longe sem a minha mente poder sentir e os meus olhos ver.



Cogitava eu em perceber a balbúrdia notivaga e insensível, tão real quanto a vergonha que pairava naquela hoje masmorra catedral da malvercencia Vamos cortar as palavras nuas e directamente para o assunto.



A professora não entendia quando o calor passou a ser o novo lubrificante nas curvas e entranhas confusas para mim. Sentia no fundo dos seus abdomens um vai lixar-te, aos raios que lhe apartam



A independência, o savimbismo e o 27 de coisas de gente incrédula acrescentavam ainda as viagens prostibulares de cognominados sequitos da casa de Pai Rei Ou a assembleia o assalto a casa dos delinquentes fúnebres vulgo CCL “casas de cães lixados” no dia 1 de Outubro de 2007



Eram para muitos como consegui apanhar numa confusão sem confusio, razoes para as espragatas físico-mentais de pseudo professores catedráticos daquela estúpida e tremenda casa de Satanás.



Sem mais nada deixo o texto nestas condições

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